sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Como fazer exegese no livro de Apocalipse?

O livro mais difícil de interpretar no Novo Testamento é certamente o Apocalipse. Para confirmar isso, basta dizer que existem quatro linhas diferentes de interpretação do mesmo: preterista, historicista, idealista e futurista, e que cada uma dessas escolas tem intérpretes que discordam entre si. Em suma, existem diversas interpretações do Apocalipse coexistindo e o livro continua sendo temido por muitos. Além disso, se por um lado o estudo da escatologia é bastante comum nas igrejas, não é tão comum o estudo exegético sério ou pregações neste livro. Assim, este manual tem como objetivo propor alguns passos que facilitarão a interpretação deste importante livro bíblico. Note que esses passos, em certa medida, são mais lógicos do que cronológicos. Assim, é necessário que você repita alguns desses passos em diferentes estágios de sua interpretação.

Oração – Como acontece em qualquer livro bíblico, também no Apocalipse precisamos da bênção do Espírito Santo de Deus a nos iluminar para que compreendamos o significado do texto bíblico.

Tente suspender temporariamente as suas concepções escatológicas – Sei que o que estou recomendando aqui é impossível de se fazer completamente. Ainda assim, estou recomendando uma atitude de tentar aproximar-se do texto pronto para ouvir o que o texto tem a dizer, mesmo se isso for contrário à sua concepção pré-adquirida.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

The Man Comes Around.

Nada mais oportuno do que postar aqui no Amilenismo.com uma música falando sobre escatologia. Digno de nota é o fato de que o autor, o talentosíssimo Johnny Cash, está hoje na glória com o Senhor Jesus.

Aprecie.


O Homem Está Por Perto.

E ouvi, como era, o som do trovão
Uma das quatro bestas dizendo: "Venha e veja" 
E eu vi 
E contemplei, um cavalo branco

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

6 razões práticas para estudar Escatologia.

David Murray
Harold Camping tem muito a responder por suas opiniões bizarras sobre o fim do mundo. E isso tem aumentado o ceticismo, mesmo entre os cristãos, sobre o valor de estudar escatologia. Deixe-me tentar ganhá-lo de volta oferecendo 6 razões práticas para estudar os ensinos da Bíblia sobre os últimos tempos.

1. Escatologia nos ajuda a ensinar na Igreja.

A Igreja precisa ser ensinada sobre esse assunto, não apenas porque a negligência produz um vácuo perigoso, mas também porque a escatologia é o ponto crucial e a coroa da teologia sistemática. Como Kuyper disse, ela lança luz sobre todas as doutrinas e responde questões que qualquer outro assunto teológico levanta. Louis Berkhof escreveu:
Na teologia [própria] a questão é sobre como Deus é final e perfeitamente glorificado na obra das Suas mãos, e como o conselho de Deus se realiza plenamente; na antropologia, há a questão sobre como a perturbadora influência do pecado é dominada completamente; na cristologia, é a questão sobre como a obra de Cristo é coroada com a vitória perfeita; na soteriologia, há a questão sobre como a obra do Espírito Santo por fim resulta na completa redenção e glorificação do povo de Deus; e na eclesiologia, a questão da apoteose final da igreja. (Teologia Sistemática, p. 661)
2. Escatologia nos ajuda a adorar a Deus.

Adoração deveria ser o fim de toda a teologia, especialmente da escatologia. Quando pensamos na ressurreição, na derrota de Satanás, no julgamento final e perfeito, no novo céu e nova terra, e na união eterna entre Cristo e sua Igreja, nós certamente não podemos deixar de amplificar nossa adoração à Deus. Se nossa escatologia não resulta em uma maior adoração à Deus, ou nós estamos errados ou estamos nos aproximando da verdade no espírito errado.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

BTCast #040 - Morte e Imortalidade.

Muito bem moçada!!! BTCast na área para fundir seus neurônios, afinal, estamos falando da série Plenitude dos Tempos. Nesse episódio Alex, Bibo e Mac discutem sobre a morte e o que acontece depois dela. Será que ficaremos acordados até a ressurreição? Ou dormiremos até o dia do julgamento? Somos imortais? Isso e muito mais nesse podcast escatológico!

Essa vitrine foi presente do nosso ouvinte Brão Barbosa (conheça seu website).

Links comentados durante o episódio:

Promoção do livro de história da Igreja

Entrevista com o Dr. Martin Dreher

Ouça os episódios anteriores da série Plenitude dos Tempos, aqui!

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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Estudos sobre o livro de Apocalipse.

Série de estudos sobre o Apocalipse ministrados pelo Dr. e Rev. Leandro Lima na Primeira Igreja Presbiteriana de Recife.

Primeira parte.



terça-feira, 13 de novembro de 2012

BTCast #039 - Parábolas / Semeador.

Muito bem moçada, mais halterofilismo cerebral na área, só que dessa vez em forma de parábolas. Bibo, Mac e Alex voltam à série Parábolas para explorar uma das parábolas mais importantes da Bíblia, A parábola do semeador!
O que Jesus quis ensinar com essa parábola? Como entendê-la? Como ela se relaciona com as parábolas do Reino? Como aplicá-la para nossa realidade? Isso e muito mais, nesse programa recheado de devoção teológica!

Links comentados durante o episódio:

Para ouvir o primeiro episódio da série Parábolas, clique aqui!

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sábado, 3 de novembro de 2012

BTCast #038 - Reforma Radical.

Muito bem moçada, mais um #BTCast na área! Dessa vez vamos falar sobre a Reforma Radical. O que foi esse movimento? Porque na opinião deles o que Lutero e CIA fizeram não foi o suficiente? Aperte o play e experimente o efeito #BTCast - Teologia é nosso esporte!


  
>> Campanha Pensando na Reforma <<
  
BTCast sobre a Reforma (aqui) e sobre a teologia de Lutero (aqui)

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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

BTCast #037 - Gigantes: Tomás de Kempis.

Mais um #BTCast na área moçada! Dessa vez fomos de GIGANTES, trazendo a vida e obra de um místico da Idade Média: Tomás de Kempis.
Acompanhe com a gente um pouco da história desse homem que resolveu desenvolver sua vida interior e escreveu uma das obras mais lidas na história do cristianismo.
Fórum de Pentecostalidade e Reforma.

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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Ironia Milenar #19.

Quero deixar claro que apesar do vídeo conter personagens polêmicos que figuraram em um conhecido e fatídico evento da história mundial (Hitler e o holocausto), não é a intenção comparar os mesmos aos personagens sugeridos na legenda, nem àqueles que professam a doutrina do pré-milenismo dispensacionalista.

Att, Mac.



Ps: Veja o vídeo em qualidade superior clicando na "engrenagem".

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

BTCast #036 - Teologia Online.

Muito bem moçada, olha o #BTCast na área trazendo mais conteúdo teológico pra vocês. Só que dessa vez os btcasters Bibo, Mac e Alex recebem o Paulinho do Irmaos.com e o Vini do Voltemos ao Evangelho para falar sobre teologia online.
Nesse podcast conversamos sobre a validade do conteúdo teológico digital e se ele substitui o ensino na igreja. Saiba também sobre os perigos e benefícios da blogosfera e uma dica importante para quem vive sendo do contra nos comentários! 

Conheça o ministério dos nossos convidados:

Paulinho Degaspari: irmaos.com
Vinícius Musselman Pimentel: voltemosaoevangelho.com

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

BTCast #035 - Chaves para ler as Parábolas.

Muito bem moçada, BTCast na área e com uma nova série: Parábolas!
Nela iremos explorar as parábolas de Jesus, trazendo seu contexto e chaves de leitura para melhor entender seus significados.
Nesse primeiro episódio introduzimos o conceito de parábolas, como entendê-las e falamos sobre a diferença entre parábola e alegoria.
Ouça esse episódio e leia as parábolas com outros olhos!

Juliana Candido Alexandre foi a vencedora da promoção Curtir e Pensar!

Livros que indicamos para aprofundamento:

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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

BTCast #034 - Plenitude dos Tempos, O Milênio / Parte 3.

Muito bem moçada, estamos na área com mais um episódio da série Plenitude dos Tempos. Cada vez que ela aparece nosso cérebro esquenta, e esse BTCast foi milenar.
Convidamos um professor de escatologia, o Rev. Leandro Lima, para descascar Ap 20 e as teorias sobre o milênio. Para não deixá-lo perdido nós montamos um glossário para ajudar você a entender os termos falados durante o podcast - confira aqui

Links comentados:

Conheça mais o ministério do Rev. Leandro Lima - clique aqui
Charges do Mac - Ironia Milenar
Conheça a EmpresaDois

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O FUTURO DE ISRAEL NA TEOLOGIA DE PAULO: Uma Interpretação Não-milenar de Romanos 11 / Parte 3.

Importante: O texto a seguir é de autoria de Lee Irons, PhD em Novo Testamento pelo Seminário Teológico Fuller. Também foi pastor da Capela Presbiteriana Ortodoxa Redentor em Van Nuys, Califórnia.

...continuação.

(4) A redefinição de Israel como um tema em Romanos.

A quarta linha de raciocínio é o contexto de Romanos como um todo. Levaria muito mais tempo do que aquele disponível aqui para fazermos isso apropriadamente, mas creio que eu posso mostrar que um dos temas dominantes da epístola aos Romanos é atacar um mau entendimento judaico prevalecente no primeiro século. Esse mau entendimento era que todos os israelitas (isto é, os circuncidados) seriam salvos, exceto talvez aqueles que tivessem caído em apostasia total. Um tratado do Mishná declara:
“Todos os israelitas têm uma porção no mundo vindouro” (Sanhedrin 10:1).
Ele continua para fazer as seguintes exceções: aqueles que negam a ressurreição da morte, aqueles que rejeitam a Torá, ou aqueles que são epicureus (isto é, dados à imoralidade e ao prazer). A polêmica de Paulo contra essa presunção arrogante começa no capítulo 2, onde ele ataca abertamente o favoritismo implícito em tal visão: “Tribulação e angústia virão sobre a alma de qualquer homem que faz o mal, ao judeu primeiro e também ao grego; glória, porém, e honra, e paz a todo aquele que pratica o bem, ao judeu primeiro e também ao grego. Porque não há parcialidade com Deus” (vv. 9-11). Parcialidade pode também ser traduzida como favoritismo. Os judeus criam (falsamente) que eles poderiam viver da forma como lhes agradassem, na segurança carnal de que a circuncisão deles garantiria a salvação no dia final (conquanto que eles não caíssem num dos extremos mencionados no Mishná). Em essência, os judeus estavam esperando que Deus lhes desse uma oportunidade no dia do julgamento, que ele lhes mostrasse parcialidade. Certamente os gentios não poderiam esperar tal misericórdia. Assim, quando Paulo declara que “tribulação e angústia virão sobre a alma de qualquer homem que faz o mal, ao judeu primeiro e também ao grego”, ele está fazendo uma afirmação quase impensável.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

BTCast #033 - Gigantes: John Huss.

Muito bem moçada, mais um BTCast no ar com a série GIGANTES! Nesse episódio discorremos sobre a vida e ministério de John Huss. Descubra como um homem que entrou para o ministério pelos motivos errados acabou sendo um dos grandes pré-reformadores.


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terça-feira, 14 de agosto de 2012

O FUTURO DE ISRAEL NA TEOLOGIA DE PAULO: Uma Interpretação Não-milenar de Romanos 11 / Parte 2.

Importante: O texto a seguir é de autoria de Lee Irons, PhD em Novo Testamento pelo Seminário Teológico Fuller. Também foi pastor da Capela Presbiteriana Ortodoxa Redentor em Van Nuys, Califórnia. 

...continuação.

Deixe-me começar citando-os na New American Standard Bible:
“Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado; e assim todo o Israel será salvo, como está escrito: ‘O Libertador virá de Sião, e Ele removerá as impiedades de Jacó”.
A questão chave que desejo tratar é o significado de “todo Israel” no versículo 26. Como já tenho declarado, eu defendo que “todo Israel” refere-se não meramente a todos os eleitos da nação de Israel, mas a todos os eleitos, tanto judeus como gentios. Se essa tese estiver correta, creio que teremos uma melhor compreensão tanto da escatologia do apóstolo, como de sua hermenêutica. Mais importante ainda, veremos a natureza radical da definição cristologicamente transformada de Israel. E isso, consequentemente, confirmará que as preocupações de Paulo, mesmo nos vv. 25-26, são presentes e teológicas, e não futuras e proféticas.

Há cinco linhas de raciocínio que suportam minha visão de que “todo Israel” refere-se à igreja.

(1) “Israel” pode ser usado em diferentes sentidos.

É comumente asseverado que a palavra “Israel” deve ter a mesma força e referência que ela tem em todas as onze ocorrências em Romanos 9-11. Por exemplo, Cranfield escreve: 
“Não é possível entender Israel no v. 26 num sentido diferente do qual ele tem no v. 25, especialmente em vista do contraste sustentado entre Israel e os gentios durante todos os versículos 11-32. Que pas Israel aqui não inclui os gentios é virtualmente certo”. [04] 
Mas essa é uma afirmação sem prova. Por que a mesma palavra não pode ser usada com mais de uma nuança? Robertson diz: “O fato de que o termo Israel é usado em dois sentidos diferentes em dois versículos consecutivos... não deveria ser perturbante. Quando Paulo diz em Romanos 9:6 que ‘nem todos os de Israel são Israel’, ele está indubitavelmente usando o termo Israel em duas formas diferentes dentro do escopo de uma única frase” (p. 226 n 9).

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O FUTURO DE ISRAEL NA TEOLOGIA DE PAULO: Uma Interpretação Não-milenar de Romanos 11 / Parte 1.

Importante: O texto a seguir é de autoria de Lee Irons, PhD em Novo Testamento pelo Seminário Teológico Fuller. Também foi pastor da Capela Presbiteriana Ortodoxa Redentor em Van Nuys, Califórnia.

Uma interpretação de Romanos 11 é, certamente, um assunto altamente controverso. Duas das principais posições milenares — pré-milenismo e pós-milenismo — vão a esse texto, entre outros, para encontrar a justificação bíblica para as suas respectivas escatologias. Embora elas difiram com respeito ao tempo e caráter dessa fase gloriosa, externa e terrena do reino de Cristo, tanto a forma pré-milenista de quiliasmo como a pós-milenista concordam que Romanos 11 sustenta a esperança de uma conversão em massa de judeus e gentios durante uma longa era de justiça e paz sobre a terra. Amilenistas, contudo, não esperam tal esperança, nem a encontram em Romanos 11. Eles — e eu devo me incluir entre eles — tomam a visão de que esse texto não promete tal colheita escatológica massiva de judeus e gentios. O. Palmer Robertson, em seu importante ensaio “Is There a Distinctive Future for Ethnic Israel in Romans 11?”, diz: “O olho do homem não pode dizer se esse número é pequeno ou grande. Mas o olho da fé é confiante de que o ‘número completo’ está sendo realizado. Por essa razão, não é necessário nem apropriado apresentar alguma data futura na qual o princípio ‘remanescente’ será substituído por um princípio de ‘plenitude’ novamente introduzido”. [01]

sábado, 4 de agosto de 2012

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

BTCast #032 - Plenitude dos Tempos, O Fenômeno Apocalíptico / Parte 2.

Muito bem moçada, mais um #BTCast no ar fazendo você pensar. Voltamos com a série Plenitude dos Tempos explorando agora o fenômeno apocalíptico. Nesse podcast falamos sobre a diferença entre profecia e apocalíptica e demos uma introdução ao livro de apocalipse. Divirta-se!

Para ouvir o primeiro episódio, clique aqui.

Para entender melhor o nosso bate-papo, confira o nosso glossário - clique aqui.
Posts sobre paralelismo progressivo - clique aqui.

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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Glossário Escatológico.

De maneira resumida, segue abaixo os principais termos utilizados no estudo da escatologia, bem como suas respectivas definições.
Havendo necessidade essa lista será atualizada com uma melhoria na definição dos termos ou com o acréscimo de outros.

Amilenismo – interpreta o milênio de Ap 20 como acontecendo atualmente (entre a primeira e segunda vinda de Cristo). Cristo reina no céu, tanto com aqueles que morreram salvos como com aqueles que ainda estão vivos e foram regenerados.

Anticristo – esse termo pode referir-se tanto a um grande lider iníquo que se levantará perto do fim dos tempos como também a um “espírito anticristão” que é inerente a todo “aquele que nega que Jesus é o Cristo” (1Jo 2:22).

Apocalipse – do grego “apokalupsis”, signigica “revelação”. É o nome dado ao último livro da Bíblia.

Apocalíptico – gênero literário com ênfase em eventos globais e cataclismáticos. Teve sua produção entre 200 a.C. e 200 d.C.

Armagedom – literalmente “a montanha de Megido”. Nome dado ao vale pertencente a cidade de Megido no norte de Israel. Também é o nome dado a batalha escatológica final por Jerusalém, uma vez que tal embate ocorrerá no vale de Megido.

Arrebatamento – evento que compõe a segunda vinda de Cristo onde os crentes se encontrarão com Ele nos ares.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Correntes da Escatologia Protestante.

Importante: O texto a seguir é de autoria de Elias Medeiros, chefe do Departamento de Missões do Seminário Reformado de Jackson, Mississippi (EUA) e professor do Centro Evangélico de Missões (CEM), em Viçosa, MG.

Nós, evangélicos protestantes, cremos que a Bíblia responde às questões básicas levantadas em todas as épocas e em todos os lugares. Entretanto, a questão que está sempre presente na mente e no coração de todos os seres humanos é a questão relacionada com o futuro. "O passado a gente conta, o presente a gente curte, e o futuro a gente tenta adivinhar". Esta parece ser a filosofia da maioria das pessoas e de várias religiões.
Historicamente falando, a igreja protestante tem passado por épocas nas quais pode-se detectar a falta de um balanço escatológico. Algumas vezes, a igreja se mostrava tão apegada ao presente, que dava pouca atenção ao futuro. Outras, a igreja se apegava tanto ao passado, que chegava a esquecer de sua relevância para o presente e de seu destino futuro.
A história da escatologia cristã em geral reflete essa batalha entre o passado, o presente e o futuro. Vários teólogos evangélicos protestantes têm escrito sobre o assunto. A história da igreja tem revelado que, durante os primeiros cinco séculos, os cristãos não se preocupavam muito em desenvolver uma doutrina escatológica. É bom ressaltar, entretanto, que a ausência de um dogma sistematicamente formulado nunca significou a ausência de crenças e esperanças escatológicas. Pelo contrário, durante os primeiros cinco séculos os cristãos criam na vida após a morte, na segunda vinda do Senhor Jesus, na ressurreição dos mortos, no julgamento final, em tribulações e na criação de um novo céu e de uma nova terra. Mas a escatologia, como doutrina sistematizada, tal qual nós a temos hoje, não foi desenvolvida durante aquele período. Basta lermos o credo apostólico para percebermos essas crenças, porém sem um desenvolvimento cronológico ou sistemático da doutrina.

terça-feira, 17 de julho de 2012

BTCast #031 - Entendendo o Batismo.

Muito bem moçada, mais um #BTCast no ar e dessa vez para mergulhar fundo no Batismo cristão. Alguns mergulham e outros não, vamos entender direito isso. Nesse podcast os btcasters recebem o Thiago do podcast @NoBarquinho para ajudar a engrossar o caldo. Aperte o play e pense conosco esse rito tão importante para a fé cristã.

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Para conhecer o podcast No Barquinho, clique aqui.  

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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Amilenismo ou A Verdade do Retorno do Senhor Jesus.

Importante: O texto a seguir é de autoria do Rev. Dale H. Kuiper, pastor da Igreja Protestante Reformada Sudeste em Grand Rapids, Michigan.

Nos dois artigos anteriores as teorias do pós-milenismo e do pré-milenismo foram definidas e brevemente discutidas. Em ambos os casos foi mostrado que estas visões não satisfazem todos os dados revelados, nos apresentados pelas Escrituras. Cada visão tem elementos de verdade para recomendá-la; todavia, ao mesmo tempo, cada uma delas entra em conflito com várias porções da Bíblia. Embora a verdade concernente à parousia (grego, presença) de Jesus Cristo tenha sido sugerida anteriormente, é a tarefa deste artigo desenvolver mais completamente esse verdadeiro conceito, e mostrar como a unidade das Escrituras pode e deve ser preservada também com respeito ao dia do aparecimento de Cristo. Cremos que isto se realiza quando alguém sustenta o que tem sido chamado de Amilenismo.

sábado, 14 de julho de 2012

O Erro Pré-Milenista ou O Rapto e a Revelação.

Importante: O texto a seguir é de autoria do Rev. Dale H. Kuiper, pastor da Igreja Protestante Reformada Sudeste em Grand Rapids, Michigan.

Como uma pessoa vê os eventos que cercam o retorno de Jesus Cristo em glória é determinado largamente pela interpretação dada ao termo milênio (mil anos – veja Apocalipse 20:1-7). Como foi apontado no artigo prévio, há três interpretações: pós, pré e a-milenismo. Temos visto que pós-milenismo é aquela visão otimista que sustenta que Cristo retornará depois do milênio (um longo período de tempo, não necessariamente de mil anos exatos), e encontrará o mundo completamente cristianizado com somente uns poucos vestígios de pecado remanescente. Será uma era dourada de justiça e paz, a maioria da humanidade será salva, e as guerras desaparecerão da face da terra. Foi mostrado que tal conceito não pode ser harmonizado com muitas porções das Sagradas Escrituras e, portanto, deve ser rejeitado.
Considerando o pré-milenismo, a primeira dica que alguém recebe de que esta visão não pode ser o ensino da Palavra de Deus é a assombrosa falta de acordo entre os próprios pré-milenistas. Se as Escrituras apresentam as últimas coisas como esta visão insiste, não deveria haver unanimidade em tudo, exceto, talvez, em alguns pontos menores? Mas este não é o caso. A definição que ofereceremos não é, portanto, representativa de todos pré-milenistas, mas é suficientemente geral para incluir a maioria: o pré-milenismo histórico é a visão das últimas coisas que sustenta que a segunda vinda de Cristo será seguida por um período de paz (exatamente mil anos) durante o qual tempo Cristo reinará sobre esta terra num reino terreno; então, virá o fim.

terça-feira, 10 de julho de 2012

O Erro Pós-Milenista ou A Idade Dourada da Justiça e da Paz.

Importante: O texto a seguir é de autoria do Rev. Dale H. Kuiper, pastor da Igreja Protestante Reformada Sudeste em Grand Rapids, Michigan.

A importância do retorno de Jesus Cristo para a Igreja dificilmente poderá ser superenfatizada. Ele é um aspecto da promessa que espera cumprimento. É a final e coroadora obra no processo completo da redenção. É, portanto, o objeto de desejo de esperança que existe em todo santo. O retorno de Cristo: a ressurreição do corpo, o julgamento final, a renovação de todas as coisas, a glória eterna!
Falando de uma forma geral, há três visões que buscam apresentar a verdade das Escrituras sobre a segunda vinda de Jesus e o reino que Ele aperfeiçoará. Estas visões diferem de acordo com a interpretação dada à palavra milênio (do latin milleniummille, mil; e annum, ano). Esta palavra ocorre apenas seis vezes nas Escrituras e todas no capítulo 20 de Apocalipse, uma porção admitidamente difícil e simbólica da Palavra. À palavra milênio são adicionados vários prefixos (pós, pré e a), e dessa forma, designando uma visão particular com respeito aos mil anos. O pré-milenismo toma o milênio literalmente e mantém que Cristo voltará e então reinará sobre esta terra por exatamente mil anos. O pós-milenismo toma a palavra figurativamente, denotando um longo período de tempo pertencente à parte final desta era Cristã, e imediatamente antes do aparecimento de Cristo. O amilenismo também interpreta o milênio simbolicamente; só que ele mantém que o mesmo se refere a toda a era Cristã. Nos propomos chamar vossa atenção a estas posições nesta série de três artigos, sujeitado-os à luz da Escritura, na esperança de que sejam construtivos à nossa fé e esperança. Começaremos com uma consideração do pós-milenismo.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

O Milênio.

Importante: O texto a seguir é de autoria do Rev. Cleómines A. de Figueiredo, mestre em Teologia do Novo Testamento (Reformed Teological Seminary, Jackson Mississipi - EUA) e doutor em Ministério (Reformed Teological Seminary - EUA). Atualmente é pastor da Igreja Presbiteriana Metropolitana de Belo Horizonte.

Simples nome – Milênio – em torno do qual giram as correntes do pensamento escatológico. E exatamente por isso ao tratar deste assunto, o escritor cristão deve ter cuidado de associar sinceridade, verdade e amor. Os extremistas ferem e conduzem ao erro.
Por estar o assunto milenista arraigado no espírito histórico do cristianismo, e isto há mais de um milênio, só de se pensar em expor o assunto, já se é visto, quando não bem informado, no mínimo superficialíssimo. Entretanto, tratar do assunto escatológico sem uma referência ao pensamento milenista é deixar espinho na plantação do trigo.
A origem do pensamento milenista é judaico. Especialistas da história doutrinária citam fontes judaicas em que o pensamento milenista é frutuoso. Os apócrifos (o livro dos segredos de Enoque; segundo Habacuque) trazem idéias de um reino milenial aqui na terra.
Não se deve esquecer, entretanto, que o único texto da Bíblia que fundamenta as teses milenistas é Apocalipse 20.1-6. Alguns, por causa de textos como estes e do pensamento judaico expresso nos apócrifos e escritos rabínicos, afirmam que João se influenciou com o Judaísmo, o que discordamos, pois o pensamento do NT é pensamento cristão na simbologia (letra) judaica. Porque a idéia do milênio tem origem judaizante, é lógico que a Igreja cristã, desde os primórdios, lutou com ela.
Tem se a notícia de que entre os “Pais” (primeiros representantes do pensamento cristão), apenas Papias e Justino (100 – 150 d.C.) aceitavam a idéia do milênio na terra, sendo que Justino se contradizia muito. Ainda se crê que a idéia veio á tona realmente entre o segundo e o terceiro séculos, e interessante é que o Credo Apostólico, que nasceu contemporaneamente, não se refere ao assunto. E ignorar mil anos de uma história gloriosa, de um Reino de Cristo na terra, ou foi descuido exagerado do grande Concílio ou de fato o pensamento não é doutrina cristã.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

BTCast #030 - Plenitude dos Tempos / Parte 1.

Muito bem moçada, série nova chegando para o nosso halterofilismo cerebral. Plenitude dos Tempos nos introduz na escatologia bíblica e suas correntes teológicas. Nesse primeiro episódio falamos sobre escatologia no AT e NT e da esperança do crente. Ouça também a maior trolada já ocorrida no #BTCast. 

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terça-feira, 3 de julho de 2012

Os Erros do Pré-Milenismo.

Importante: O texto a seguir é de autoria do Rev. Ronald Hanko, ministro ordenado da Protestant Reformed Church.

O pré-milenismo, algumas vezes chamado de “quiliasmo”, é o ensino que o retorno pessoal e visível de Cristo acontecerá mil anos antes do fim do mundo. Ele diz que a apostasia e iniqüidade crescerão e resultarão na revelação final do Anticristo. Neste tempo, começará um período de perseguição severa descrita em Mateus 24:21 como “a grande tribulação”. Este reino do Anticristo e o período de perseguição terminarão com a vinda de Cristo, que ressuscitará seus santos, transformará os corpos daqueles que ainda estiverem vivos, julgá-los-á, removerá a maldição da terra e estabelecerá em Jerusalém um reino que durará mil anos.
Este reino, dizem os pré-milenistas, será o resultado de uma conversão em massa dos judeus, que serão restaurados à sua própria terra. Eles, juntamente com os cristãos gentios, constituirão o reino de Cristo, centrado em Jerusalém, embora os judeus tenham a prioridade. Este reino será caracterizado por justiça, paz e prosperidade aqui na terra e durará exatamente mil anos. No final deste período do governo terreno de Cristo, o restante dos mortos será ressuscitado, e o último julgamento e a criação dos novos céus e nova terra se seguirão.
Algumas destas visões do pré-milenismo são muito estranhas. Primeiramente, os cidadãos do reino milenar supostamente são uma mistura daqueles que terão sido ressuscitados e glorificados e aqueles que ainda estarão em seus corpos terrenos atuais, que é contraditado por 1Coríntios 15:50. Além disso, o reino, supostamente, será sobre uma terra da qual a maldição terá sido removida, mas que não foi completamente liberta do pecado, doença e morte. Sobre esta terra, os santos ressurretos viverão juntamente com aqueles que ainda estão sujeitos ao pecado e à morte.
Há, contudo, mais objeções importantes a este ensino.

sábado, 30 de junho de 2012

Pré-Milenismo e Dispensacionalismo comparados.

Importante: O texto a seguir é de autoria do Rev. Ronald Hanko, ministro ordenado da Protestant Reformed Church.

Estritamente falando, pré-milenismo e dispensacionalismo pertencem à mesma escola na qual se ensina que a vinda pessoal e visível de Cristo acontecerá antes de um reino futuro de mil anos de Cristo. Há várias similaridades em suas visões. Ambas ensinam um reino de mil anos (milenar) literal. Ambas ensinam que este milênio e reino são futuros. Ambas ensinam que o reino milenar de Cristo é terreno, centrado na cidade de Jerusalém, e que ali Cristo reinará sobre a terra pessoal e visivelmente. Ambas ensinam que as promessas de Deus a Abraão e à nação judaica, com respeito à terra, têm um cumprimento futuro, literal e terreno para esta nação. Ambas crêem que “Israel” na Escritura refere-se sempre e somente aos descendentes físicos de Abraão: os judeus. E ambas as visões ensinam mais de uma ressurreição e mais de um julgamento.
Há, todavia, diferenças importantes entre o pré-milenismo e o dispensacionalismo. O dispensacionalismo ensina duas vindas de Cristo antes do milênio (mil anos antes do fim da história), a saber, o arrebatamento e a revelação (a vinda de Cristo para os seus santos e a vinda de Cristo com eles). O dispensacionalismo também ensina um arrebatamento secreto e iminente que ocorrerá antes da grande tribulação, o que significa que a igreja não passará pela tribulação, mas estará com Cristo.

domingo, 24 de junho de 2012

O Já: Decididamente e Irrevogavelmente Livres, Mas Ainda Não: Finalmente e Perfeitamente Livres.

Importante: O texto a seguir é de autoria de John Piper. Atualmente serve como pastor sênior na Igreja Batista Bethlehem em Minneapolis, Minnesota. Também é conferencista e autor de várias obras.

28 de Agosto de 2001.

O que temos aprendido de Romanos 6 e 7 é que quando confiamos em Cristo como nosso Salvador de Senhor (como nosso Tesouro!), somos unidos a Cristo (Romanos 6:5; 7:4). Nessa união com Cristo morremos (Romanos 6:8; Colossenses 2:20; 3:3) e ressuscitamos novamente (Romanos 6:4; Colossenses 2:12; Efésios 2:6). Portanto, uma decisiva e irrevogável nova criação vem à existência (2 Coríntios 5:17), e uma decisiva e irrevogável libertação aconteceu (Romanos 6:14, 18). Nós passamos da morte para a vida (eterna!). Nosso julgamento decisivo ficou para trás de nós - no Gólgota (João 5:24). Fomos transladados do domínio das trevas para o reino do Filho de Deus (Colossenses 1:13).
Mas nós também aprendemos que nossa libertação do pecado ainda não é final e perfeita. Decisiva e irrevogável, sim! Mas final e perfeita, não! O pecado ainda habita dentro de nós (Romanos 7:17, 20). O mal está presente em nós (Romans 7:21). A “carne” é um problema diário de nossas almas (Romanos 7:25). Ainda não somos perfeitos nem já obtivemos nossa coroa e recompensa (Filipenses 3:12). Somos mentirosos se dissermos que não temos pecado (1 João 1:8, 10).
Como, então, o apóstolo Paulo nos ensina a viver? Ele diria: “Vocês são decididamente e irrevogavelmente novos, de forma que podem caminhar pela vida sem nenhuma luta para se tornarem novos?”. Ou ele diria: “Vocês não são decididamente e irrevogavelmente novos e devem lutar para conseguir esse lugar em Cristo”?. Não, nenhuma das duas opções. Ele diria: “Pela fé, abrace tudo o que Deus é para o seu bem em Cristo e tudo o que você é para a sua glória em Cristo”. Creia nisso. E agora, com essa confiança, lute para tomar a posição do território que Cristo conquistou para você. Lute para se tornar na prática o que você é em Cristo”. Oito ilustrações dessa verdade:

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